
Eu sou pouco, quase nada. Imprevisível, médio agradável. Quase tola, muito aprendiz. Falsa heroína, péssima atriz. Sou um ponto interrogatório, uma ideia sem fundamento, sou a inexplicação do destino, o inacreditável e o lado oposto da mão única. Não me vejo certa, tão pouco me vejo completa, sou tão exata e complexa que não uno os troféus ás falhas. Sou tão pouco, quase nada, pouco vejo e sei muito, combustível de alucinação. Sou flexível, ajustável, um tanto pouco agradável, sou um sorriso, uma lágrima, a junção dos sentimentos, o não possível e o lado errado. Sou eu mesma sou muito eu. Exagerada, não poética, muito lunática, sou critica e atrapalhada, sou o passado do vivido, a eterna ex amiga. Eu sou pouco, quase nada e apesar de todas as cenas improvisadas, sou filme mais assistido pela plateia mais aguardada.
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