
Amar não é dar à uma pessoa o que ela precisa. O nome disso é compaixão. Amor não. Amar é dar à essa pessoa o que ela pede, indepedente das consequências de suas escolhas. É se doar, e se doer. Amar é mais do que nosso sofrimento mesquinho e fechado, nossas opiniões mesquinhas e fechadas, nossas soluções mesquinhas e fechadas. Amar ultrapassa a dor do eu, o desejo do eu quero, o tentar do eu posso. Amar ultrapassa a dor da consequência e da intervenção, mesmo sabendo que a concretização do conselho poupará o consolo. Amar é libertar.
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